48º Exame · prova em 10 de janeiro de 2027
Estudar os 131 com o mesmo peso é o erro que mais reprova gente preparada. Alguns pontos caíram em todos os onze últimos exames; outros, em um só. A diferença entre eles é o seu tempo.
Lemos os onze últimos cadernos e classificamos as 880 questões, uma a uma, por disciplina e por ponto. O mapa que saiu disso está aqui, aberto, antes de qualquer venda.
É o contrário. Você tem apostila, videoaula, resumo de colega e mil questões avulsas — e nenhum deles responde à única pergunta que decide a aprovação: o que vale mais o meu tempo hoje à noite? Sem hierarquia, o estudo vira uma corrida em que se anda muito e não se sai do lugar.
Há um segundo problema, mais silencioso. Material jurídico envelhece sem avisar. A jornada do advogado empregado deixou de ser de quatro horas e virou oito em 2022, e há resumo em circulação que ainda ensina quatro. A perda da nacionalidade por aquisição voluntária de outra saiu da Constituição em 2023, e caiu no 45º Exame exatamente aí. Quem estuda por material antigo não erra por não ter estudado — erra porque estudou.
Não é preciso acreditar em nós quanto a isso. Cada dispositivo citado no material traz a fonte oficial e a data da consulta.
Tudo dentro da mesma conta, sem instalar nada
Onde cada matéria aparece na prova, do 38º ao 47º Exame
A FGV não sorteia a ordem das questões, e isso deixou de ser leitura nossa: junto com o gabarito do 47º Exame o Conselho Federal publicou a tabela de correspondência entre os quatro tipos de prova, e nenhuma das 240 permutações atravessa a fronteira de uma matéria. O embaralhamento acontece dentro de cada disciplina, nunca entre disciplinas. Nos nove exames analisados, cada disciplina ocupou sempre o mesmo intervalo de numeração: 704 das 720 questões caíram exatamente no bloco previsto. As dezesseis restantes são questões de fronteira entre matérias vizinhas — direito material e processual, ou Constitucional e Financeiro.
Isso muda o modo de fazer a prova. Você entra sabendo que a questão 34 é de Administrativo e a 63 é de Processo Penal, e decide a ordem de ataque antes de ler a primeira linha.
O 37º Exame ficou fora deste recorte: foi o último antes de a banca passar a cobrar Direito Financeiro, Eleitoral e Previdenciário, e incluí-lo distorceria os pesos para uma prova que não existe mais. Ele permanece na base de classificação dos pontos.
O mesmo levantamento, aberto disciplina por disciplina, com a faixa de numeração de cada uma
Vinte páginas, uma por matéria: quantas questões caíram em cada exame, quais pontos foram cobrados, com que frequência, e a lista completa dos temas — questão por questão.
Quantas questões cada matéria vale, por prova
As onze primeiras matérias somam 62 questões; as nove últimas, com duas cada, somam 18 — quase um quarto da prova em disciplinas que quase todo mundo trata como resto. São 40 questões para passar. Ignorar as nove de baixo é abrir mão de 18 pontos antes de começar.
Mapa que não é testado é chute com tabela. Quando incorporamos o 44º, o 45º e o 46º Exames — os três mais recentes —, a grade resistiu, e duas coisas se mexeram.
Caiu de seis para cinco questões nos três exames seguidos. A vaga aberta foi para Direito Financeiro duas vezes e para Administrativo uma. Três provas ainda não fazem regra — mas também não dá para contar com seis questões de Constitucional.
Nos três exames mais recentes não caiu nenhum autor clássico: nem Kant, nem Aristóteles, nem Platão, nem Kelsen, nem Hart, nem Dworkin, nem Foucault. As seis questões foram para hermenêutica e integração, contratualismo e a distinção entre enfoque zetético e dogmático — temas que não apareciam nos sete exames anteriores.
Quem estuda Filosofia só pelos autores entra na prova descoberto em metade da disciplina. Achamos isso porque relemos as provas novas com o mesmo critério; e as fichas desses três temas já existem.
A unidade do curso — uma para cada um dos 131 pontos do mapa
O cronograma de doze semanas não é uma lista de assuntos: cada ponto do mapa tem uma ficha própria, e todas seguem a mesma anatomia.
Quantas questões ele já valeu, em quantas das onze provas apareceu e em que faixa de numeração ele cai. Você começa sabendo quanto aquele estudo vale.
A explicação do ponto em prosa, com quadros esquemáticos, sínteses e caixas de atenção nas confusões que a banca explora. É a parte que se lê uma vez e se revisa pelos quadros.
Onde o ponto é de lei, vem a letra da lei transcrita e comentada. Onde é de jurisprudência, vem a posição dos tribunais. Onde é doutrinário, vem o autor e a obra. Não se cita o que não é fonte daquele ponto — e não se omite o que é.
Não uma seleção: todas as questões daquele ponto nos onze exames, com enunciado e alternativas transcritos do caderno oficial. Você marca a alternativa e a ficha responde na hora, abre o comentário e guarda o resultado.
Por que a certa está certa e, uma a uma, por que cada errada está errada — que é onde a banca repete os mesmos truques. As questões anuladas ficam, com o motivo da anulação.
O que precisa estar decorado antes da prova, em uma página. É por aqui que se revisa na véspera — e é daqui que saem os flashcards.
Você dá uma data; ele faz a conta
Cronograma que não cobra prazo é lista de assuntos. Este cobra. Você informa uma de duas datas — o dia em que começou ou o dia da prova — e ele calcula o resto: onde você deveria estar hoje, onde está, e a diferença entre as duas coisas, em semanas.
O cronograma tem doze semanas. Se a sua prova é daqui a oito, ele não finge que cabe: as quatro semanas excedentes já nascem atrasadas, e isso aparece na primeira tela, antes de você abrir a primeira ficha. É a informação de que você precisa para decidir o que cortar — e é melhor recebê-la agora do que na véspera.
Estar atrasado não vira um aviso genérico. Cada semana em atraso ganha etiqueta vermelha, e cada ficha dentro dela também. Você abre o cronograma e vê exatamente o que ficou para trás, ficha por ficha, sem precisar refazer a conta de cabeça.
O número ao lado de cada ficha — ~ 50 min, ~ 1 h 20 — não é chute: sai do próprio conteúdo dela. Texto corrido conta a 180 palavras por minuto, letra de lei a 110, porque se relê, quadro-resumo a 130, e cada questão soma três minutos entre ler, marcar e ler o comentário. O resultado é arredondado em blocos de cinco minutos, e serve para uma decisão prática: saber se a ficha cabe na noite que você tem.
Um baralho que nasce das próprias fichas
Boa parte desta prova é compreensão. Outra parte, não: prazo de prescrição, quórum de dois terços, o intervalo de vinte e quatro horas, a diferença entre proibição total e parcial. Isso não se raciocina no dia — se recupera da memória, ou não se recupera.
Por isso o quadro-resumo de cada ficha também vira baralho de flashcards. Não é material paralelo, escrito à parte: a frente traz a pergunta, o verso traz a mesma frase que você leu na ficha. Ficha e flashcard não podem divergir, porque são a mesma fonte — muda a ficha, o flashcard acompanha.
Você lê a pergunta, responde de cabeça, vira e marca se acertou. Acertou, ele volta mais longe: um dia, três, uma semana, três semanas, mês e meio, três meses. Errou, volta ao começo — e reaparece ainda na mesma sessão, algumas cartas depois, que é como a memória de fato fixa.
Dá para filtrar por semana e por disciplina, escolher o tamanho da sessão e abrir a ficha inteira quando a dúvida for maior do que o flashcard comporta. Um indicador mostra quanto do baralho já está firme.
As fichas hoje publicadas já rendem 1.624 flashcards. Cada ficha nova entra no baralho sozinha.
Telas do próprio material, sem montagem
As telas do painel e dos flashcards aparecem preenchidas com dados de exemplo, para mostrar o funcionamento. O seu começa vazio e se monta conforme você responde.
Quatro minutos pelo cronograma da OAB e por tudo o que ele abre
Gravado no próprio material, sem montagem. Não há narração: as legendas explicam cada tela, e dá para assistir com o som desligado. Toque em um trecho para ir direto a ele.
Super bônus de matrícula
A Biblioteca JurisLabor
Quem se matricula leva junto, sem pagar nada a mais, a Biblioteca JurisLabor: o curso de Direito inteiro em fichas por disciplina, em espiral, que começam no instituto explicado do zero e sobem, camada por camada (resumo, lei comentada, jurisprudência), até as questões de prova comentadas no nível dos concursos mais difíceis. São 28 disciplinas completas e 914 fichas, cerca de 1.470 horas de estudo, corrigidas sempre que muda a lei ou a jurisprudência.
A biblioteca está aberta a qualquer conta até 31 de outubro. De 1º de novembro em diante ela passa a ser assinatura à parte, de R$ 197,00 o semestre, e segue aberta, sem custo nenhum, para quem é aluno de um curso.
O acesso vale até a 1ª fase do 48º Exame, em 10 de janeiro de 2027. Passada a prova, quem quiser seguir renova com desconto.
O programa está fechado: são 131 de 131 pontos e 880 de 880 questões. Nada aqui está por publicar.
Avise-me quando as inscrições abriremPagamento processado pela Hotmart. Na fatura, a cobrança aparece em nome de Vale Castro Serviços Médicos Ltda.
A página de pagamento entra aqui em breve. Até lá a matrícula é feita à mão: chame no direct do @jurislabor e eu passo o link. Se preferir esperar o botão, deixe o e-mail abaixo.
Prefere não usar o direct? Deixe o e-mail e eu aviso assim que a página de pagamento estiver no ar — é o único e-mail que você recebe até lá.