6ª edição · prova em 29 de novembro de 2026
No ENAM não há surpresa de peso: a distribuição das 80 questões entre as oito disciplinas está fixada no edital, e se repetiu igual nas cinco edições já aplicadas. A dúvida não é quanto estudar de cada matéria — é o que, dentro dos 134 itens do programa.
Lemos as cinco provas e classificamos as 400 questões, uma a uma, contra o item de programa que cada uma cobra. O mapa que saiu disso está aqui, aberto, antes de qualquer venda.
Essa é a única frase que muda o modo de estudar para o ENAM. O programa do Anexo I é enorme e plano — todos os itens listados com o mesmo tipo de letra, como se pesassem igual. Nas cinco provas aplicadas, não pesaram. Vinte e seis dos 134 itens responderam por 200 das 400 questões; sessenta e dois responderam por 320. E onze itens nunca caíram, nenhuma vez, em nenhuma edição.
Há um segundo problema, mais silencioso. Material jurídico envelhece sem avisar. Em julho de 2024 a Lei 14.905 reescreveu os juros legais do Código Civil: a taxa deixou de ser 1% ao mês e passou a ser a Selic deduzida da correção monetária, com resultado negativo contado como zero. A 2ª edição do ENAM cobrou exatamente isso, na questão 59. Quem estudou por resumo anterior marcou a alternativa que estava certa até o ano passado.
Não é preciso acreditar em nós quanto a isso. Cada dispositivo citado no material traz a fonte oficial e a data da consulta.
Tudo dentro da mesma conta, sem instalar nada
Onde cada matéria aparece na prova, nas cinco edições
A ordem das questões não varia. Nas cinco provas analisadas, cada disciplina ocupou exatamente o mesmo intervalo de numeração: as 400 questões caíram no bloco previsto, sem uma única exceção. Não é estatística — é o desenho do edital, aplicado com régua.
Isso muda o modo de fazer a prova. Você entra sabendo que a questão 45 é de Processo Civil e a 70 é de Penal, e decide a ordem de ataque antes de ler a primeira linha.
Cinco horas para 80 questões de cinco alternativas dão pouco menos de quatro minutos por questão. Saber de que matéria é a questão antes de lê-la é tempo que volta para as difíceis.
O mesmo levantamento, aberto disciplina por disciplina, com a faixa de numeração de cada uma
Oito páginas, uma por matéria: quantas questões caíram em cada edição, quais itens do programa foram cobrados, com que frequência, e a lista completa dos temas — questão por questão.
Quantas questões cada matéria vale — fixado pelo edital
Direito Constitucional sozinho vale um quinto da prova. Somado a Civil, Penal e Processo Civil, chega a 52 das 80 questões. As quatro matérias de baixo somam 28 — e é nelas que o candidato de carreira costuma chegar mais desfalcado, porque não são as do seu dia a dia.
O ENAM não ordena candidatos. É prova exclusivamente eliminatória: quem alcança o mínimo é aprovado, sem limite de vagas e sem disputa por posição. Isso parece aliviar, e faz o contrário — muda a conta do que se pode abrir mão.
Setenta por cento é um corte alto. Em uma prova de oito disciplinas, ele não deixa espaço para sacrificar uma matéria inteira: abrir mão de Direito Empresarial, que vale seis questões, é entregar 7,5% da prova antes de começar — e sobra pouca folga sobre o mínimo. É por isso que o cronograma passa pelas oito, e não só pelas quatro maiores.
Os três itens mais cobrados de cada disciplina, nas cinco edições
Aqui é que o mapa deixa de repetir o edital e passa a dizer algo. Em Direito Penal, três dos vinte e um itens do programa responderam por mais da metade das questões da disciplina. Em Constitucional, quatro dos quinze.
Isso não autoriza ignorar o resto — o corte de 70% não permite. Autoriza decidir por onde começar, e onde voltar quando o tempo apertar.
Em cinco provas e 400 questões, estes onze itens do Anexo I não foram cobrados nenhuma vez, nem como assunto secundário de outra questão:
O material cobre todos eles, porque cinco provas não fazem regra e um item de programa é uma promessa da banca. Mas cobre por último, e diz que é por último — o que também é informação.
Metade do que o programa chama de Noções Gerais trata de administração judiciária, psicologia judiciária, cognição do juiz e ética da magistratura — ou seja, matéria própria de concurso de magistratura. Quem estuda o bloco pelos autores clássicos entra descoberto em metade das seis questões. O item mais cobrado da disciplina, aliás, é direito da antidiscriminação, com oito questões nas cinco provas.
O programa do ENAM tem oito disciplinas, e nenhuma delas é trabalhista, tributária ou processual penal. Em compensação, o controle de convencionalidade aparece duas vezes — nos programas de Direitos Humanos e de Formação Humanística —, e Direitos Humanos vale seis questões próprias, mais do que muita gente reserva de tempo para ele.
A unidade do curso — uma para cada item do programa
O cronograma de doze semanas não é uma lista de assuntos: cada item do programa tem a sua ficha, e todas seguem a mesma anatomia.
Quantas questões ele já valeu, em quantas das cinco provas apareceu e qual o peso da disciplina inteira. Você começa sabendo quanto aquele estudo vale.
A explicação do item em prosa, com quadros esquemáticos, sínteses e caixas de atenção nas confusões que a banca explora. É a parte que se lê uma vez e se revisa pelos quadros.
Onde o ponto é de lei, vem a letra da lei transcrita e comentada, com a nota de fonte. Onde é de jurisprudência, vem a posição dos tribunais. Onde é doutrinário, vem o autor e a obra.
Não uma seleção: todas as questões daquele item nas cinco edições, com enunciado e as cinco alternativas transcritos do caderno oficial. Você marca e a ficha responde na hora, abre o comentário e guarda o resultado.
Por que a certa está certa e, uma a uma, por que cada errada está errada — que é onde a banca repete os mesmos truques.
O que precisa estar decorado antes da prova, em uma página. É por aqui que se revisa na véspera — e é daqui que saem os flashcards.
Você dá uma data; ele faz a conta
Cronograma que não cobra prazo é lista de assuntos. Este cobra. Você informa uma de duas datas — o dia em que começou ou o dia da prova — e ele calcula o resto: onde você deveria estar hoje, onde está, e a diferença entre as duas coisas, em semanas.
O cronograma tem doze semanas, e a 6ª edição é em 29 de novembro. Quem começar tarde não vai receber um roteiro que finge caber: as semanas excedentes já nascem atrasadas, e isso aparece na primeira tela, antes de abrir a primeira ficha. É a informação de que se precisa para decidir o que cortar — e é melhor recebê-la agora do que na véspera.
Estar atrasado não vira um aviso genérico. Cada semana em atraso ganha etiqueta vermelha, e cada ficha dentro dela também. Você abre o cronograma e vê exatamente o que ficou para trás, ficha por ficha, sem refazer a conta de cabeça.
O número ao lado de cada ficha — ~ 50 min, ~ 1 h 55 — não é chute: sai do próprio conteúdo dela. Texto corrido conta a 180 palavras por minuto, letra de lei a 110, porque se relê, quadro-resumo a 130, e cada questão soma três minutos entre ler, marcar e ler o comentário. O resultado é arredondado em blocos de cinco minutos, e serve para uma decisão prática: saber se a ficha cabe na noite que você tem.
Um baralho que nasce das próprias fichas
Boa parte desta prova é compreensão. Outra parte, não: prazo de prescrição, quórum, o rol do art. 1.015 do Código de Processo Civil, a diferença entre nulidade e anulabilidade. Isso não se raciocina no dia — se recupera da memória, ou não se recupera.
Por isso o quadro-resumo de cada ficha também vira baralho de flashcards. Não é material paralelo, escrito à parte: a frente traz a pergunta, o verso traz a mesma frase que você leu na ficha. Ficha e flashcard não podem divergir, porque são a mesma fonte — muda a ficha, o flashcard acompanha.
Você lê a pergunta, responde de cabeça, vira e marca se acertou. Acertou, ele volta mais longe: um dia, três, uma semana, três semanas, mês e meio, três meses. Errou, volta ao começo — e reaparece ainda na mesma sessão, algumas cartas depois, que é como a memória de fato fixa.
As fichas hoje publicadas já rendem 2.739 flashcards. Cada ficha nova entra no baralho sozinha.
Telas do próprio material, sem montagem
As telas do painel e dos flashcards aparecem preenchidas com dados de exemplo, para mostrar o funcionamento. O seu começa vazio e se monta conforme você responde.
Quatro minutos pelo cronograma do ENAM e por tudo o que ele abre
Gravado no próprio material, sem montagem. Não há narração: as legendas explicam cada tela, e dá para assistir com o som desligado. Toque em um trecho para ir direto a ele.
Super bônus de matrícula
A Biblioteca JurisLabor
Quem se matricula leva junto, sem pagar nada a mais, a Biblioteca JurisLabor: o curso de Direito inteiro em fichas por disciplina, em espiral, que começam no instituto explicado do zero e sobem, camada por camada (resumo, lei comentada, jurisprudência), até as questões de prova comentadas no nível dos concursos mais difíceis. São 28 disciplinas completas e 914 fichas, cerca de 1.470 horas de estudo, corrigidas sempre que muda a lei ou a jurisprudência.
A biblioteca está aberta a qualquer conta até 31 de outubro. De 1º de novembro em diante ela passa a ser assinatura à parte, de R$ 197,00 o semestre, e segue aberta, sem custo nenhum, para quem é aluno de um curso.
O acesso vale até a 6ª edição, em 29 de novembro de 2026. Passada a prova, quem quiser seguir renova com desconto.
O material está no ar: 128 fichas e 383 das 393 questões válidas comentadas uma a uma. As dez restantes entram até a prova, e o acesso é imediato.
Avise-me quando as inscrições abriremPagamento processado pela Hotmart. Na fatura, a cobrança aparece em nome de Vale Castro Serviços Médicos Ltda.
A página de pagamento entra aqui em breve. Até lá a matrícula é feita à mão: chame no direct do @jurislabor e eu passo o link. Se preferir esperar o botão, deixe o e-mail abaixo.
Prefere não usar o direct? Deixe o e-mail e eu aviso assim que a página de pagamento estiver no ar — é o único e-mail que você recebe até lá.